quando o último ar
que traz a vida
o meu corpo percorresse
e esse corpo
por qualquer razão pequena
tentasse detê-lo
inutilmente
nada mudaria
nem o mapa das estrelas, céu da noite
calmaria
nem o sol, esse insensato
que - indiferente- brilha
nem a flor que em seu contorno
nem a flor que em seu contorno
desenha a maravilha
nada no mundo
ou ninguém perceberia
quando ela se for (vida minha?)
nem eu mesma sentiria
thirak sarita





